A questão
central não se divide em certo e errado, mas em escolher e não escolher.
Em decidir ou não decidir. Os abismos existem e durante toda a vida nós
devemos optar por uma das mil maneiras que temos de atravessá-los. Ou
de não atravessá-los. A verdade é que a gente precisa decidir. E ai,
automaticamente, a gente decide quem estará ao nosso lado.
Por que no
fundo, ninguém se afasta de ninguém. A distância nasce no virar de pés,
nos horizontes extremos, nas prioridades contrárias, nas importâncias
invertidas. É a moeda de troca. É o momento que você decide o que é
realmente valioso para você, o que é prioridade, o que continua e o que
fica para trás. Então você decide os pesos das suas renúncias e se
responsabiliza pela falta que elas te causam. É tudo muito simples.
Sempre existem escolhas e elas são sempre nossas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário